Técnicas complementares

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Screening genético pre-implantacional (PGS/ Biópsia embrionária)

Estudo cromossômico do embrião através de uma amostra de células embrionárias para triagem de alterações cromossômicas antes da transferência embrionária, possibilitando a seleção do embrião a ser transferido.

Diagnóstico genético pre-implantacional (PGD)

Estudo genético mais específico. Indicado para casais que possuem alguma alteração genética (mutação) hereditária que necessita ser afastada no embrião antes da transferência embrionária.

Histeroscopia

Procedimento diagnóstico e terapêutico que utiliza uma pequena câmera capaz de acessar a cavidade uterina através do orifício natural do colo do útero com objetivo de diagnosticar doenças que possam interferir no sucesso da implantação embrionária como septos, miomas, pólipos endometriais, aderências, infecções.

Alguns instrumentos de trabalho como pinça e tesoura podem ser acoplados a essa câmera possibilitando retirada dessas lesões ou o estudo anatomopatológico através de biópsias.

Espermograma com capacitação ou recuperação espermática (com REM)

Tem como objetivos remover células mortas e plasma seminal por gradiente descontínuo coloidal e selecionar os melhores espermatozoides através de uma capacitação com a técnica de swin-up que consegue separar os espermatozoides de melhor motilidade.

Esta técnica é utilizada para selecionar a porção de espermatozoides para realização da inseminação intrauterina e para a fertilização invitro e também pode ser utilizada para auxiliar na escolha do tratamento a realizado naquele casal em específico.

O ideal para indicação da técnica de inseminação intrauterina é que a amostra seminal após capacitação possua pelo menos 5 milhões de espermatozoides móveis progressivos.

Com uma quantidade menor é possível porém com uma taxa menor de sucesso, sendo importante avaliar, a depender do caso, a indicação de fertilização invitro.

Punção e Biópsia testicular ou do epidídimo

Tratamento para pacientes com azoospermia. A presença de azoospermia em casal que será submetido a fertilização in vitro requer a realização de um procedimento cirúrgico de extração dos espermatozoides do testículo ou epidídimo.

Tal procedimento pode ser dividido em quatro tipos:

MESA:

Está indicada nos casos em que o homem não deseja realizar a reversão da vasectomia, nos casos de agenesia dos vasos deferentes e nas obstruções do epidídimo. Consiste na aspiração de espermatozoides do túbulo seminífero através de microcirurgia e abertura da bolsa testicular;

PESA:

Punção no epidídimo através de agulha fina;

TESA:

Aspiração com agulha grossa diretamente no testículo. Geralmente indicada em casos de ausência completa de espermatozoides na ejaculação;

TESE:

Biópsia testicular aberta com retirada de maior quantidade de tecido testicular.

Útero de substituição

Utilizado quando a paciente possui uma contraindicação médica para gestar ou não possui mais útero ou quando possui alterações na cavidade uterina que impossibilitem a implantação embrionária adequada.

Esta técnica é também utilizada em casais homoafetivos que desejam ser pais.

Para a utilização do útero de substituição, utiliza-se a fertilização invitro (FIV) para formação dos embriões (sendo os óvulos oriundos de estímulo ovariano na paciente que não irá gestar ou oriundos de ovodoação, ou seja, a paciente que abrigará o embrião apenas gestará sem ter vínculo genético com o embrião).

Após a formação do embrião por FIV, ele então é transferido para o útero de substituição. A paciente que irá doar temporariamente o útero precisa ser parente (até 4o grau) de um dos membros do casal e se for casada o esposo precisa consentir a gestação em documento assinado.

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