FERTILIZAÇÃO IN VITRO

Tratamento para homens e mulheres que possuem infertilidade.

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Sobre Dra. Sofia:

Dra Sofia Andrade possui graduação em Medicina pela Universidade Federal da Bahia e Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal de São Paulo. Especializou-se em Reprodução Humana pela Universidad Rey Juan Carlos, Madrid e no ano seguinte realizou Fellowship em Histeroscopia Diagnóstica e Cirúrgica em Barcelona. Concluiu seu mestrado pela Universidade Federal de São Paulo e atualmente é Professora Auxiliar de Ginecologia e Reprodução Humana na Universidade do Estado da Bahia. Já fez apresentação de trabalhos e aulas em eventos nacionais e internacionais, é pesquisadora e revisora de artigos em revistas científicas em Reprodução Humana. Membro da Sociedade Brasileira e da Sociedade Espanhola de Reprodução Humana. Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Atuação em Infertilidade feminina e masculina.

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Foto da Dra Sofia Andrade, ginecologista e especialista em Reprodução Humana

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Perguntas e respostas

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Hoje, todas as clínicas lutam para que cada tratamento resulte em apenas um filho. Entretanto, para otimizar o custo do tratamento e a eficácia do mesmo costuma-se estimular os ovários. Disso resulta maior número de óvulos, de modo considerável, o número de embriões transferidos para minimizar o risco de gestações gemelares.

O Conselho Federal de Medicina determina que mulheres até 35 anos recebam até um máximo de dois embriões. O número máximo indicado para mulheres de 36 a 39 anos é de três embriões a serem depositados no útero (procedimento denominado transferência embrionária). Por fim, para paciente com 40 anos ou mais pode ser transferido um máximo de quatro embriões.

Sim, com autorização dos representantes legais. Esta técnica de prevenção e conservação de espermatozoides é muito indicada e deve ser utilizada em todos os homens adultos ou menores de idade que produzem espermatozoides e serão submetidos a qualquer tipo de tratamento que por alguma eventualidade poderá danificar a espermatogênese, tais como quimioterapia, radioterapia e outros. Pode-se ainda proceder o congelamento de sêmen para aqueles pacientes que frequentemente estão viajando ou moram em outro local para utilização posterior do seu sêmen pelas suas esposas com técnicas de fertilização assistida.

Nos pacientes que ejaculam espermatozoides, através da masturbação, realizada no próprio Serviço; para pacientes que não apresentam espermatozoides no ejaculado, pode ser feita uma punção de epidídimo ou mesmo uma biópsia de testículo, e caso sejam encontrados espermatozoides, estes podem ser congelados.

O sêmen congelado e armazenado manterá sua qualidade e capacidade de fertilização por várias décadas.

No Brasil, segundo o Conselho Federal de Medicina e as normas que regem as técnicas de fertilização assistida, só é permitido quando existem doenças familiares ligadas ao sexo.

As chances dependem de uma série de fatores como a idade da mulher, o tipo de problema que está causando a infertilidade e o tipo de técnica aplicada. Entretanto, sabe-se que inseminação intra-uterina oferece resultados de 10 a 15% de gravidez por cada tentativa. A fertilização in vitro é mais eficaz e as chances de sucesso, de um modo geral, giram em torno de 30 a 40%, já na primeira tentativa.

Dra Sofia Andrade • Reprodução Humana

Dra. Sofia Andrade, é especialista em Reprodução Humana e conquistou esse título pela Universidad Rey Juan Carlos - Espanha.

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